Os residentes do Manifesto são aqueles que dão sentido ao nosso trabalho quando resolvem nos escolher para abrigar suas empresas, marcas, equipes, sonhos e metas. Hoje, conheceremos a dona de um sorriso bastante espontâneo que trabalha diariamente aqui conosco.

Priscilla Martins Costa, de 32 anos, é brasiliense, mãe e residente do Manifesto Coworking. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB), teve a oportunidade de começar sua vida profissional no eixo São Paulo/Rio de Janeiro.

Ainda durante a graduação, Priscilla realizou um semestre da faculdade a distância: seu trabalho final, sobre um antigo e também renomado escritório, abriu as portas para que ela pudesse se mudar para São Paulo. Ao longo de dois anos, Priscilla ascendeu de trainee à arquiteta profissional contratada. Com a separação dos sócios majoritários, ela deixou a agitação paulista e seguiu para o Rio de Janeiro, onde viveu durante quatro anos. E então, voltou à Brasília. Sobre sua área de atuação, ela acredita que Arquitetura é muito importante para trazer conforto e“não só para as questões estéticas”. Em uma palavra, a residente se define como “proativa”. Vamos conhecê-la um pouco melhor?

Manifesto Coworking- Como é a sua vivência em um espaço compartilhado?

Priscilla Martins - É ótima. Depois que eu voltei para Brasília, fiquei trabalhando em casa durante uns 8 meses. E é muito difícil não ter contato com pessoas, porque você não fica sabendo sobre o mercado de trabalho de Brasília, as pessoas não sabem que você existe [...] e a produtividade aqui é muito maior do que em casa. Gosto muito de dialogar com outros residentes

MC- Qual a diferença do Manifesto para os outros ambientes que você já trabalhou?

PM - O coworking me deixa muita à vontade. Não tenho pudores em ficar apenas meia hora diária e sair, ou então vou lá e ficar o dia inteiro… sabe? Já em casa é muito relaxado. Pra mim, é mais uma questão de rotina. Eu acho que a vantagem do Manifesto para os outros espaços compartilhados é porque [o Manifesto] é grande. Nos outros não me sentia tão confortável.

MC- Quais são os seus planos pessoais para o futuro?

PM - Eu tô abrindo uma loja colaborativa com produtos voltados para crianças. Dentro da Arquitetura, o nicho que eu mais gosto é montar quartos para crianças, brinquedotecas… Então é moldar o espaço para a criança que seja útil e divertido. Em Brasília, eu senti muita falta em relação aos produtos. Então eu tô trazendo pra cá vários de lojas de São Paulo, Rio de Janeiro e também juntando pessoas de Brasília para montar um lugar em que a pessoa vá e encontre tudo, desde a cama até o cabideiro.